Espaço virtual dedicado à publicação de mensagens diversas sobre cristianismo, espiritismo, umbanda, budismo, cabala etc. Que possamos sempre matar a nossa sede e lavar a nossa alma nas águas de Jesus, do Buda, de Paulo de Tarso, de Miramez, de Emmanuel, de André Luiz e de tantos outros mensageiros da Luz Maior.
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domingo, 30 de novembro de 2014
Nasceste no lar que Precisavas
Nasceste no lar que Precisavas;
Vestiste o Corpo Físico que merecias;
Moras onde melhor Deus te proporcionou,
De acordo com teu adiantamento;
Possuímos os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades,
Nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas;
Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para tua realização;
Teus Parente e AMIGOS, são as almas que atraíste, com a tua própria afinidade;
Portanto, teu DESTINO está constantemente sob teu controle,
Tu escolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas,
Tudo aquilo que te rodeia a existência;
Teus pensamentos e vontades
São a chave de teus atos e atitudes,
São as fontes de atração e repulsão na tua JORNADA, vivência;
Não reclames nem te faças de vítima;
Antes de tudo, analisa e observa;
A mudança está em tuas mãos,
Reprograma tuas metas,
Busca o bem e viverás melhor,
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo
Qualquer um pode começar agora e fazer um Novo Fim.
Chico Xavier
quinta-feira, 31 de julho de 2014
Simplifica
Simplifica
Recebes dos mais amados
Ofensa que não se explica?
Esquece a lama da estrada,
Simplifica, simplifica.
Alegas duro cansaço,
Queres casa imensa e rica;
Foge disso enquanto é tempo,
Simplifica, simplifica.
Crês amparar a família
Pelo vintém que se estica?
Excesso cria ambição.
Simplifica, simplifica.
Dizes que o mundo é de pedra,
Que as provas chegam em bica;
Não deites limão nos olhos,
Simplifica, simplifica.
Recorres, em pranto, ao Mestre,
Na luta que te complica,
E Jesus pede em silêncio:
Simplifica, simplifica.
Espírito Casimiro da Cunha, pela psicografia de Chico Xavier
quarta-feira, 25 de junho de 2014
LUZ EM NOSSAS MÃOS - Emmanuel
"Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus,
Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com aparências exteriores".
(Lucas, 17:20).
A Terra de hoje reúne povos de vanguarda na esfera da inteligência.
Cidades enormes são usadas, à feição de ninhos gigantescos de cimento e aço, por
agrupamentos de milhões de pessoas.
A energia elétrica assegura a circulação da força necessária à manutenção do trabalho e do
conforto doméstico.
A Ciência garante a higiene.
O automóvel ganha tempo e encurta distâncias.
A imprensa, o radio e a televisão interligam milhares de criaturas, num só instante, na mesma
faixa de pensamento.
A escola abrilhanta o cérebro.
A técnica orienta a indústria.
Os institutos sociais patrocinam os assuntos de previdência e segurança.
O comércio, sabiamente dirigido, atende ao consumo com precisão.
Entretanto, estaremos diante de civilização impecável?
À frente desses empórios resplendentes de cultura e progresso material, recordemos a
palavra dos instrutores de Allan Kardec, nas bases da Codificação do Espiritismo.
Perguntando a eles 'por que indícios se pode reconhecer uma civilização completa, através
da Questão número 793, constante de "O Livro dos Espíritos", deles recolheu a seguinte resposta:
"Reconhecê-la-eis pelo desenvolvimento moral. Credes que estais muito adiantados porque
tendes feito grandes descobertas e obtido maravilhosas invenções; porque vos alojais e vestis
melhor do que os selvagens. Todavia, não tereis verdadeiramente o direito de dizer-vos
civilizados, senão quando de vossa sociedade houverdes banido os vícios que a desonram e
quando viverdes, como irmãos, praticando a caridade cristã. Até então sereis apenas povos
esclarecidos, que hão percorrido a primeira fase da civilização".
Espíritas, irmãos! Rememoremos a advertência do Cristo quando nos afirma que o reino de
Deus não vem até nós com aparências exteriores; para edificá-lo não nos esqueçamos de que a
Doutrina Espírita é luz em nossas mãos. Reflitamos nisso.
terça-feira, 24 de junho de 2014
AS FORÇAS DO AMANHÃ - Emmanuel
"Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?"
- Paulo (I Coríntios, 5:6)
Ninguém vive só.
Nossa alma é sempre núcleo de influência para os demais.
Nossos atos possuem linguagem positiva.
Nossas palavras atuam à distância.
Achamo-nos magneticamente associados uns aos outros.
Ações e reações caracterizam-nos a marcha.
É preciso saber, portanto, que espécie de forças projetamos naqueles que nos cercam.
Nossa conduta é um livro aberto. Quantos de nossos gestos insignificantes alcançam o
próximo, gerando inesperadas resoluções.
Quantas frases, aparentemente inexpressivas, arrojadas de nossa boca estabelecem
grandes acontecimentos.
Cada dia emitimos sugestões para o bem ou para o mal.
Dirigentes arrastam dirigidos.
Servos inspiram administradores.
Qual é o caminho que a nossa atitude está indicando?
Um pouco de fermento leveda a massa toda. Não dispomos de recursos para analisar a
extensão de nossa influência, mas podemos examinar-lhe a qualidade essencial.
Acautele-te, pois, com o alimento invisível que forneces às vidas que te rodeiam.
Desdobra-se o destino em correntes de fluxo e refluxo. As forças que hoje se exteriorizam
de nossa atividade voltarão ao centro de nossa atividade, amanhã.
segunda-feira, 23 de junho de 2014
SEM RUÍDOS - Emmanuel
"Mas quando vier aquele Espírito de Verdade, ele
vos guiará em toda a verdade".
- Jesus
(João, 16:13)
O caminho de toda a Verdade é Jesus Cristo. O Mestre veio ao mundo
instalar essa verdade para que os homens fossem livres e organizou o
programa dos cooperadores de seu divino trabalho, para que se
preparasse convenientemente o caminho infinito. No fim da estrada
colocou a redenção e deu às criaturas o amor como guia.
Conforme sabemos, o guia é um só para todos. E vieram os homens
para o serviço divino. Com os cooperadores vinham, porem, os gênios
sombrios, que se ombreavam com eles nas cavernas da ignorância. A
religião, como expressão universalista do amor, que é o guia, pairou sempre pura
acima das misérias que chegaram ao grande campo; mas este ficou repleto das
absurdidades. O caminho foi quase obstruído.
A ambição exigiu impostos dos que desejavam passar, o orgulho reclamou a
direção dos movimentos, a vaidade pediu espetáculos, a conveniência requisitou
mascaras, a política inferior estabeleceu guerras, a separatividade provocou a
hipnose do sectarismo.
O caminho ficou atulhado de obstáculos e sombras e o interessado, que é o
espírito humano, encontra óbices infinitos para a passagem.
O quadro representa uma resposta a quantos perguntarem sobre os propósitos do
Espiritismo cristão, sendo que o homem já conhece todos os deveres religiosos. Ele
é aquele Espírito de Verdade que vem lutar contra os gênios sombrios que vieram
das cavernas da ignorância e invadiram o campo do Cristo.
Mas, guerrear como: Jesus não pediu a morte de ninguém. Sim, o Espírito de
Verdade vem como a luz que combate e vence as sombras, sem ruídos. Sua missão
é transformar, iluminando o caminho para que os homens vejam o amor, que constitui o guia único para todos, até a redenção.
domingo, 22 de junho de 2014
ONDE O REPOUSO - Emmanuel
"E Jesus, estendendo as mãos, tocou-o, dizendo: Quero, sê
limpo..."
(Mateus, 8:3)
Mãos estendidas!...
Quando estiveres meditando e orando, recorda que todas as grandes idéias se
derramaram, através dos braços, para concretizarem as boas obras.
Cidades que honram a civilização, indústrias que sustentam o povo, casa que alberga a
família, gleba que produz são garantidas pelo esforço das mãos.
Médicos despendem largo tempo em estudo para a conquista do título que lhes confere o
direito de orientar o doente; no entanto vivem estendendo as mãos no amparo aos
enfermos.
Educadores mergulham vários lustros na corrente das letras adquirindo a ciência de
manejá-las, contudo gastam longo trecho da existência estendendo as mãos no trabalho
da escrita.
Cada reencarnação de nosso espírito exige braços abertos do regaço maternal que nos
acolhe.
Toda refeição, para surgir, pede braços em movimento.
Cultivemos a reflexão para que se nos aclare o ideal, sem largar o trabalho que no-lo
realiza.
Jesus, embora pudesse representar-se por milhões de mensageiros, escolheu vir ele
próprio até nós, colocando mãos no serviço, de preferência em direção aos menos felizes.
Pensemos Nele, o Senhor.
E toda vez que nos sentirmos cansados, suspirando por repouso indébito, lembremo-nos
de que as mãos do Cristo, após socorrer-nos e levantar-nos, longe de encontrarem apoio
repousante, foram cravadas no lenho de sacrifício, do qual, conquanto escarnecidas e
espancadas, ainda se despediram de nós, entre a palavra do perdão e a serenidade da
bênção.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
O BEM QUE NÃO FOI FEITO - Emmanuel
"Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé e não
tiver as obras? Porventura, a fé pode salvá-lo?"
(Tiago, 2:14).
Estranha a norma do homem quando julga possuir as chaves da Vida Superior
simplesmente por manter a fé, como se bastasse apenas convicção
para que se realize serviço determinado.
Comparemos fé e obras com a planta e as construções.
Sem plano adequado não se ergue edifício em linhas corretas.
Note-se, porém, que o aleijão arquitetônico, improvisado sem plano, ainda serve, em
qualquer parte, para albergar os que jornadeiam sem rumo,
e o projeto mais nobre, sem concretização que lhe corresponda, não passa de
preciosidade geométrica sentenciada ao arquivo.
Um viajante transportará consigo vasta coleção de croquis pelos quais se levantará toda
uma cidade, mas se não dispõe de um tenda a que se
abrigue durante o aguaceiro, decerto que os desenhos, conquanto respeitáveis, não
impedirão que a chuva lhe encharque os ossos.
Possuir uma fé será reter uma crença religiosa; no entanto cultivar a fé significa observar
segurança e pontualidade na execução de um compromisso.
Ninguém resgata uma dívida unicamente por louvar o credor.
À vista disso, não nos iludamos.
Asseguremo-nos de que não nos faltará a Bondade Divina, mas construamos em nós a
humana bondade.
Por muito alta a confiança de alguém no Poder Maior do Universo, isso, por si só, não lhe
confere o direito de reclamar o bem que não fez.
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