Translate

sábado, 27 de dezembro de 2014

MESMO ASSIM






As pessoas são irracionais, ilógicas e egocêntricas.
Ame-as MESMO ASSIM.

Se você tem sucesso em suas realizações,
ganhará falsos amigos e verdadeiros inimigos.
Tenha sucesso MESMO ASSIM.

O bem que você faz será esquecido amanhã.
Faça o bem MESMO ASSIM.

A honestidade e a franqueza o tornam vulnerável.
Seja honesto MESMO ASSIM.

Aquilo que você levou anos para construir,
pode ser destruído de um dia para o outro.
Construa MESMO ASSIM.

Os pobres têm verdadeiramente necessidade de ajuda,
mas alguns deles podem atacá-lo se você os ajudar.
Ajude-os MESMO ASSIM.

Se você der ao mundo e aos outros o melhor de si mesmo,
você corre o risco de se machucar.
Dê o que você tem de melhor MESMO ASSIM.
Madre Teresa de Calcutá

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Fraternidade

Bom dia e um natal de paz e amor para todos nós !!

FRATERNIDADE

Emmanuel
Francisco Cândido Xavier

Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros.” — Jesus. (JOÃO, capítulo 13, versículo 35.

Desde a vitória de Constantino, que descerrou ao mundo cristão as portas da hegemonia política, temos ensaiado diversas experiências para demonstrar na Terra a nossa condição de discípulos de Jesus.
Organizamos concílios célebres, formulando atrevidas conclusões acerca da natureza de Deus e da Alma, do Universo e da Vida.
Incentivamos guerras arrasadoras que implantaram a miséria e o terror naqueles que não podiam crer pelo diapasão da nossa fé.
Disputamos o sepulcro do Divino Mestre, brandindo a espada mortífera e ateando o fogo devorador.
Criamos comendas e cargos religiosos, distribuindo o veneno e manejando o punhal.
Acendemos fogueiras e erigimos cadafalsos, inventamos suplícios e construímos prisões para quantos discordassem dos nossos pontos de vista.
Estimulamos insurreições que operaram o embate de irmãos contra irmãos, em nome do Senhor que testemunhou na cruz o devotamento à Humanidade inteira.
Edificamos palácios e basílicas, famosos pela suntuosidade e beleza, pretendendo reverenciar-lhe a memória, esquecidos de que ele, em verdade, não possuía uma pedra onde repousar a cabeça.
E, ainda hoje, alimentamos a separação e a discórdia, erguendo trincheiras de incompreensão e animosidade, uns contra os outros, nos variados setores da interpretação.
Entretanto, a palavra do Cristo é insofismável. Não nos faremos titulares da Boa Nova simplesmente através das atitudes exteriores...
Precisamos, sim, da cultura que aprimora a inteligência, da justiça que sustenta a ordem, do progresso material que enriquece o trabalho e de assembleias que favoreçam o estudo; no entanto, toda a movimentação humana, sem a luz do amor, pode perder-se nas sombras...
Seremos admitidos ao aprendizado do Evangelho, cultivando o Reino de Deus que começa na vida íntima.
Estendamos, assim, a fraternidade pura e simples, amparando-nos mutuamente...
Fraternidade que trabalha e ajuda, compreende e perdoa, entre a humildade e o serviço que asseguram a vitória do bem. Atendamo-la, onde estivermos, recordando a palavra do Senhor que afirmou com clareza e segurança: — “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros.”

(Do livro Fonte Viva, Emmanuel, Francisco Cândido Xavier)

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Evocação do Natal


O maior de todos os conquistadores, na face da Terra, conhecia, de antemão, as dificuldades do campo em que lhe cabia operar.
Estava certo de que entre as criaturas humanas não encontraria lugar para nascer, à vista do egoísmo que lhes trancava os corações; no entanto, buscou-as, espontâneo, asilando-se no casebre dos animais.
Sabia que os doutores da Lei ouvi-lo-íam indiferentes, com respeito aos ensinamentos da vida eterna de que se fazia portador; contudo, entregou-lhes, confiante, a Divina Palavra.
Não desconhecia que contava simplesmente com homens frágeis e iletrados para a divulgação dos princípios redentores que lhe vibravam na plataforma sublime, e abraçou-os, tais quais eram.
Reconhecia que as tribunas da glória cultural de seu tempo se lhe mantinham cerradas, mas transmitiu as boas novas do Reino da Luz à multidão dos necessitados, inscrevendo-as na alma do povo.
Não ignorava que o mal lhe agrediria as mãos generosas pelo bem que espalhava; entretanto, não deixou de suportar a ingratidão e a crueldade, com brandura e entendimento.
Permanecia convicto de que as noções de verdade e amor que veiculava levantariam contra ele as matilhas de perseguição e do ódio; todavia, não desertou do apostolado, aceitando, sem queixa, o suplício da cruz com que lhe sufocavam a voz.
É por isso que o Natal não é apenas a promessa da fraternidade e da paz que se renova alegremente, entre os homens, mas, acima de tudo, é a reiterada mensagem do Cristo que nos induz a servir sempre, compreendendo que o mundo pode mostrar deficiências e imperfeições, trevas e chagas, mas que é nosso dever amá-lo e ajudá-lo mesmo assim.
Pelo Espírito Emmanuel
XAVIER, Francisco Cândido. Antologia Mediúnica do Natal. Espíritos Diversos. FEB.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Registra somente o bem.


Temos audição para registrar o que ouvimos, mas concitamos os irmãos a saberem ouvir, exercitando a condição de guardarem somente o bem e, se possível, com amor. Não registres o negativo, para que não venhas a sofrer as conseqüências do que escutas.
Amplia a tua tolerância para com os outros, sobretudo para com aqueles que ignoram a vida, que ainda não aprenderam a servir como tu e, pelas vias do Cristo, trabalha na caridade, ensinando esse amor no silêncio, porque, as trocas de luz, a natureza se encontra encarregada de fazê-las.
Sê indulgente para com o teu irmão, que a indulgência irá à tua procura, ambientando teu coração para o amor, na conjunção da vida imortal.

Não temas os caminhos, sejam quais forem aqueles em que Deus te colocou, como abençoada oportunidade de adquirir experiências. Registra, contudo, somente o Bem, que porventura encontrares nos teus passos. Não deixes de ter complacência para com os teus irmãos, pois que, se eles não tiverem com os outros, deverão mais tarde aprender, pois todos somos filhos de Deus, com os mesmos deveres e direitos. O aprendizado pertence a todos.
Por que não ter moderação nas tuas lutas? Se a paciência te enriquece os valores, foi porque alguém muito especial a deu a ti, por amor.
Cuidemos da nossa escrita, no escrínio de nós mesmos. Além disso, saibamos escolher aquilo que vamos escrever no grande livro da vida, pois que, periodicamente, passamos a ler essas páginas, revendo os nossos velhos feitos do passado, que nos elevam ou nos entristecem; dependendo do que escrevemos na consciência, pode ser motivo de muita alegria ou campo de amargura.
Usa a tua vontade em favor de ti mesmo, e se os teus exemplos forem enobrecidos, quantos companheiros poderão ajudar? Inúmeros! O que a palavra não conseguir fazer para o bem comum, o exemplo conseguirá, pois é considerado o todo poderoso.
Usa a tolerância em preparo dos corações, para que o amor não se esqueça de crescer no mundo interno, deixando-te frutos de luz. Sê paciente no perdão, esquecendo-te das ofensas, para fixar a alegria nos que te ouvem; o bem é mais fácil de ser guardado no coração, porque agrada.
Procura, com todos os teus esforços, registrar o que eleva e entorpece a tua audição, no que concerne ao mal; neste exercício, Deus te ampara, para que possas ser filho da Luz.
Comunga com o amor, que esse amor te salvará de sofrimentos inúmeros e ainda te ensinará a buscar Deus com mais alegria e mais certeza. Passa pelos caminhos, anotando e sentindo a harmonia universal, pois é na harmonia que encontramos o Cristo, com os braços abertos, buscando-nos para o reino da glória.
Durante o dia, escutamos milhares de palavras; aprendamos, pois, a escolher, a selecionar as evangelizadas, para a nossa paz. Os sons harmonizados em Jesus têm a capacidade de nos confortar, fazendo da nossa mente uma fonte de luz de Deus.
Não podemos nos esquecer de tolerar os que desconhecem o amor, o perdão e a caridade porque, com o nosso exemplo, no amanhã, eles passarão a mudar de vida, por não existir outro caminho em que eles não encontrem o Mestre, como se deu com Saulo, no caminho de Damasco.

Miramez